quarta-feira, 13 de maio de 2015

Pão do Dia - A Alma Farta


Provérbios 27: 7 A alma farta pisa o favo de mel, mas à alma faminta todo amargo é doce.


Do que exatamente essa palavra trata? Ela trata a respeito da referência da qual nós partimos para valorarmos as coisas que temos.

Desde que o mundo é mundo, existe uma lei que rege a todos os mercados – essa lei se chama: Lei da Oferta e da Procura. Ela consiste no seguinte: Quando, em dado momento e circunstância, há uma oferta abundante de determinado produto, que seja maior do que a sua demanda de consumo, o preço deste produto tende a cair; ao passo que quando há escassez do mesmo produto em face de sua demanda o preço tende a subir.

Note: Não é o valor real do produto que oscila, mas o seu referencial em nosso horizonte de consciência.

Isso quer dizer que esse fenômeno não se dá porque o produto em si mesmo tenha passado a valer mais ou menos – não! A valoração maior ou menor é relativa e acontece não por causa do produto em si, mas por conta das circunstâncias que o envolvem. Poder-se-ia trocar o produto – de arroz para navios, de gasolina para vacas, de ouro para ração de passarinhos – e, a regra continuaria a valer perfeitamente, ou seja, independentemente do valor real do produto – seja grande ou pequeno – ele pode ser mais ou menos valorado por nós de acordo com o nosso privilégio em desfrutarmos mais ou menos dele – se o privilegio for abundante, torna-se ele desprezível; se raro, torna-se valoroso – o mesmo produto!


Assim acontece nos mercados, e assim também acontece na alma humana em relação a tudo mais. – Sempre que nos vemos cercados de bens, de generosidade, de vida, temos, imperceptivelmente, a tendência de nos tornarmos exigentes e seletivos e, não raro, reclamões de primeira – em relação a tudo e a não valorizarmos tanto aquilo que possuímos com tanto privilégio. Ao passo que quando nos vemos privados dessas mesmas coisas, elas passam a ter magicamente para nós um brilho inestimável – a mesma coisa!

É dessa relação que surgem os mimados e os carentes, os ingratos e os agradecidos – não propriamente daquilo que têm ou do que não têm, mas de sua percepção em relação à essas coisas.

Basta olharmos em redor... Nem precisamos ir tão longe... Para dentro de nós mesmos e, com alguma dose de honestidade, identificaremos facilmente essa triste e, aparentemente inescapável realidade da qual todos partilhamos.

Mas é claro que existem as exceções. Ah, mas essas, meus caros, não surgem por alguma benevolência inata ou por osmose, senão por um esforço férreo e contínuo de consciência na direção de evitar esse mal – forçando-se a cada instante da vida à gratidão, ao amor, e à prática da justiça retributiva em relação à graça de Deus.

Baseados nesse preceito da alma humana – o de que a alma farta pisa o favo de mel e de que ao sedento, até o amargo lhe parece doce, – é que podemos entender o porquê de Deus nos permitir sofrer faltas, privações importantes e limitações em relação a muitas coisas em determinados momentos e nos abundar dessas mesmas coisas em outros – não é, absolutamente, por qualquer desejo sádico ou caprichoso de nos privar, mas porque, sabendo Ele desse mecanismo perverso da alma humana pecaminosa e, cheio que é, do desejo amoroso de nos ensinar o que é real, e nos conduzir pelo reto caminho é que Ele nos leva a vivermos tais experiências.

Em face de tudo isso, eu gostaria de propor a você a seguinte reflexão:

A sua queixa é real? As coisas das quais você se incomoda e se aborrece são, de fato, aversivas ou enfadonhas? Considere: A sua queixa é, de fato, sobre o “produto” ou será por causa de sua fartura com que você goza dele?

Pense nisto: Se a alma farta pisa o favo de mel e o sedento é o que valoriza, seja o sedento, mesmo sendo farto!








terça-feira, 12 de maio de 2015

A vida vista com bons olhos

Uma mulher acordou uma manhã após a quimioterapia, olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça.

- Bom (ela disse), acho que vou trançar meus cabelos hoje.
Assim ela fez e teve um dia maravilhoso.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça...

- Hummm (ela disse), acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje.
Assim ela fez e teve um dia magnífico.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça.

- Bem (ela disse), hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo.
Assim ela fez e teve um dia divertido.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça.

- Yeeesss... (ela exclamou), hoje não tenho que pentear meu cabelo.

ATITUDE É TUDO!

Seja mais humano e agradável com as pessoas.
Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
Viva com simplicidade.
Ame generosamente.
Cuide-se intensamente.
Fale com gentileza.
E, principalmente, não reclame!!!
Se preocupe em agradecer pelo que você é, e por tudo o que tem!
E deixe o restante com Deus. ..


As vezes reclamamos  tanto, quando na verdade deveríamos agradecer!O que é de fato significativo?


O filho que muitas vezes não limpa o quarto e fica vendo televisão, significa que...

está em casa!  


A desordem que tenho que limpar depois de uma festa,

significa que... estivemos rodeados de familiares e amigos!  


As roupas que estão apertadas,

significa que... tenho mais do que o suficiente para comer!  


O trabalho que tenho em limpar a casa,

significa que... tenho uma casa!  


As queixas que escuto acerca do governo,

significa que... tenho liberdade de expressão!  


Não encontro estacionamento,

significa que... tenho carro!  


Os gritos das crianças,

significa que.... posso ouvir!  


O cansaço no final do dia,

significa que... tenho saúde e posso trabalhar!  


O despertador que me acorda todas as manhãs,

significa que... estou vivo! 



Finalmente pela quantidade de mensagens que recebo,

significa que... tenho amigos pensando em mim! 

Mude o seu jeito de ver as coisas e seja mais Feliz!!!

Agradeça  pelo que você  tem.



A Aposta de Pascal


Você sabe quem foi Blaise Pascal?



Blaise Pascal foi um cientista cristão nascido em Clermont-Ferrand, 19 de junho de 1623 — Paris, em 19 de agosto de 1662 - foi um físico, matemático, filósofo e teólogo francês.

Suas obras se estendem em campos dos mais diversos e, ao mesmo tempo correlatos – vão desde a matemática à física, da filosofia à teologia e ele teve um importantíssimo papel na aproximação entre a ciência e a fé, ou, pelo menos, fazendo com que essas duas áreas pudessem enxergar-se mutuamente e interagir uma com a outra. 

Ao escapar da morte num terrível acidente numa carruagem a caminho de Paris, Pascal se converteu num cristão fervoroso e diversas obras filosóficas e apologéticas cristãs, as quais inspiraram, dentre outros, a John Wesley - criador da Igreja Metodista; 

Entre os seus pensamentos mais famosos está a chamada "A Aposta de Pascal" que consiste numa proposta argumentativa de filosofia apologética. Ela postula que há mais a ser ganho pela suposição da existência de Deus do que pelo ateísmo, e que uma pessoa racional deveria pautar sua existência como se Deus existisse, mesmo que a veracidade da questão não possa ser conhecida de fato.
Pascal formulou a questão em um contexto cristão, e foi publicado na seção 233 do seu livro póstumo "Pensées" (Pensamentos). Historicamente, foi um trabalho pioneiro no campo da teoria das probabilidades, marcou o primeiro uso formal da teoria da decisão, e antecipou filosofias futuras como existencialismo, pragmatismo e voluntarismo.

A Aposta de Pascal: 


· Se você acredita em Deus e estiver certo, você terá um ganho infinito;

· Se você acredita em Deus e estiver errado, você terá uma perda finita;

· Se você não acredita em Deus e estiver certo, você terá um ganho finito;

· Se você não acredita em Deus e estiver errado, você terá uma perda infinita.





Pão do Dia - Se A Vossa Justiça Não Exceder...



Em relação à vida com Deus existem dois tipos de pessoas: O primeiro tipo é aquele que quer servir a Deus de qualquer maneira, que deseja de qualquer forma agradá-lo. Esse, muitas vezes errando na forma, na doutrina, na religião, acaba sempre encontrando o caminho para servir ao Senhor e O serve, pois Deus, que sonda os corações, lhe aprova!
E existe o segundo tipo: Aquele que confessa a Deus com a sua boca, mas, no secreto do seu coração, sempre está buscando alguma justificação, ou polêmica, ou pretexto, para adiar sempre a sua entrega ao Senhor - se é lei é por causa da lei, se é graça é por causa da graça, ou por causa da doutrina, ou do texto, ou da tradução do texto, etc, etc.... Sobre esses Jesus disse que O honravam com os lábios, mas o coração longe Dele estava!
Na época em que Jesus começou o Seu ministério bendito, houve muitos que se alegraram genuinamente pelo espírito das boas novas, mas houve também quem se alegrasse porque viam em Jesus o pretexto perfeito para livrarem-se da Lei - que era de Deus! (nada mais perfeito do que Deus revogar a Sua própria Lei e me deixar em paz com a minha consciência). A esses Jesus se referiu dizendo: 

Mateus 5: 17-20 17 Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. 18 Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra. 19 Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus.20 Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus.

Ual! Que choque isso deve ter sido! 
Eles que esperavam que Jesus viesse a descredibilizar a Lei.... Jesus disse que não veio revogar, mas cumprir! 
Sim, porque esse era o sentimento! Se a Lei era o preceito dado por Deus, Jesus a cumpriria - não em forma de regrinhas como eles haviam reduzido, mas em seu pleno espírito, de modo que, aqueles que estão em Cristo, em Cristo cumprem a Lei de Deus!
E, pior: Eles pensavam que Jesus iria simplesmente criticar aos fariseus e mais nada. Uma crítica vazia, um pretexto.... Jesus então diz a eles: Vocês estão vendo os fariseus? (Os fariseus eram tido por todos como o supra sumo da religiosidade, santidade e rigor moral - um padrão praticamente inatingível). Jesus diz: "A vossa justiça tem que exceder à deles! 

Que tipo de palavra é essa? O que Jesus estava querendo ensinar? Afirmar?
É que daquele momento em diante, a Lei de Deus não se cumpriria mais exteriormente e por meio dos atos visíveis, mas na própria carne, na própria existência, na própria vida. Foi assim que Jesus cumpriu a Lei e é assim que a cumprem integralmente todos aqueles que estão em Cristo Jesus!

Os fariseus valiam-se do status de "fariseus" - nisto consistia a sua justiça;
A justiça que se espera de um amigo de Jesus - segundo Ele próprio - é de que este tenha o mesmo Espírito, o mesmo sentimento e as mesmas obras do Seu Mestre. 







VAMOS MULTIPLICAR ESTE PÃO? 
É FÁCIL: COMENTE E COMPARTILHE ESTE VÍDEO COM TODOS OS SEUS AMIGOS EM www.sergiobenites.blogspot.com.br
Se você tem amigos no face, instagram, ou mesmo no grupo de whatsapp, transmita diariamente a eles a palavra! É assim que multiplicamos! 
Deus te abençoe! 




segunda-feira, 11 de maio de 2015


Para a pessoa que crê,
nenhuma prova é necessária.
para aquela que não crê,
toda prova é inútil.

Franz Werfel






Pão do Dia - Fé e Obras





Tiago 2: 14-19 14 Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo?
15 Se um irmão ou uma irmã estiverem carecidos de roupa e necessitados do alimento cotidiano,
16 e qualquer dentre vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, sem, contudo, lhes dar o necessário para o corpo, qual é o proveito disso?
17 Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta.
18 Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé.
19 Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios crêem e tremem.


A palavra contundente do Apóstolo Tiago nos desafia em relação à nossa fé – a fé que dizemos que temos e na qual nos valemos. Quando declaramos isso: “A Fé sem obras é morta”... – será que essa palavra está, de fato, entendida em seu sentido mais puro? Para responder a essa pergunta precisaremos antes entender e definirmos o próprio conceito de fé e de obras e o emprego que Tiago fez desses dois termos. De que fé Tiago está falando?  
Em primeiro lugar, Tiago nos diz que a fé sem as obras não podem salvar-nos. Logo, daí deduzimos que a fé – ela mesma – não é a origem e nem encerra coisa alguma, ou seja, a fé não pode ser jamais encarada como um fim em si mesma, mas sempre como um meio que conduz à algo e, sendo ela apenas um meio é necessário que tenha antes de si um ponto de origem e após, um destino e, tanto essa origem quanto esse destino – ambos, em conjunto, são os que devem definem a natureza dessa fé. Vejamos como exemplo disto a fé cristã: Se a fé cristã se origina em Cristo, em sua natureza e pessoa, e, se ela tem como seu destino final a eternidade com Cristo, sendo um meio, ela precisa ser a expressão exata da origem – Cristo – para se chegar à eternidade! Não existe fé desassociada da personalidade de Cristo e, conseqüentemente de suas ações – não existe fé sem o amor de Cristo pelo próximo, da dedicação, da pureza, da santidade, etc, etc, etc...;
Outro erro comum é termos a fé como um conceito filosófico com o qual devemos concordar e, concordando, estaremos garantidos – assim, a fé se torna muito mais uma filosofia do que uma expressão da vida de Cristo em nós. É evidente que esse tipo de fé não tem valor algum, pois, conforme o Apóstolo Tiago, até os demônios a tem nesses termos – essa é a fé subjetiva. A fé que O Apóstolo recomenda é a que se demonstra por obras, ou seja, por vida – pela nossa vida! Nossos frutos de vida é que dizem qual é a natureza e a vida da nossa fé e não ao contrario! Eu não digo que tenho fé para daí ter vida, eu vivo segundo a fé e essa vida diz a mim e aos outros que eu tenho fé e qual é a natureza dessa fé!  
Fé, portanto não é uma crença, uma filosofia e, por conseguinte, uma doutrina. Fé é um modo pelo qual se vive de fato. Quando Tiago desafia a que se mostre a fé vazia em face do que ele mostraria por meio das obras a sua fé, essa fé é a própria vida – irrefutável, cabal, tangível e acessível a todos como um dado objetivo.

Fé só tem sentido se for assim!



ASSISTA A ESTE VÍDEO, DÊ UM CURTIR E INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE (LEVA MENOS DE UM MINUTO - APENAS DOIS CLIQUES)
SE VOCÊ GOSTOU COMENTE E COMPARTILHE COM TODOS OS SEUS AMIGOS NO www.sergiobenites.blogspot.com.br 

VAMOS MULTIPLICAR O PÃO!

DEUS ABENÇOE A TODOS EM NOME DE JESUS!







sexta-feira, 8 de maio de 2015

Pão do Dia - Dívida Cancelada!



Imagine-se diante de uma grande dívida financeira e de um credor impiedoso, uma dívida que fosse impagável, torturante, angustiosa e que, suplantasse qualquer capacidade ou possibilidade que você dispusesse para saldá-la...; 
Imaginou-se? As vezes nem é preciso tanta imaginação assim, não é verdade?

Agora, imagine Alguém que você nem sequer conhece - mas que te conhece. Esse Alguém vai gratuitamente até ao seu credor e, liquida completamente a fatura! Quita tudo. Pega o recibo e o entrega a você! 
Como seria? Pareceria com um sonho - desses que não acontecem na realidade....;  

Mas vamos além, muito além, infinitamente além dessa situação pontual - imagine que essa dívida não se resumisse apenas a bens materiais transitórios - daqueles que se perde e se ganha, os quais não constituem, de modo algum, a nossa essência. Mas, ao contrário, que você devesse a sua vida, devesse a você mesmo, e isso, pela eternidade...;

Bem, se a primeira situação era angustiante, essa é aterradora, desesperadora, impensável! Se a primeira nos prendia de alguma forma ao credor e à angústia, essa é uma prisão infinitamente mais grave, inescapável! Mas agora imagine que esse mesmo Alguém vai até esse credor terrível e impiedoso e, ainda assim, quita a dívida toda! E mais: Para isso Ele dá não só o que tem de bens materiais, mas a sua própria vida, ou seja, Ele troca Sua própria vida pela minha e a sua... E nós nem o conhecíamos ainda...!

Imaginou? Difícil não? Pois foi exatamente isso o que Jesus realizou por nós! Sem que nós tomássemos conhecimento Dele, sem que O procurássemos, Ele nos livrou do inimaginável! O Apóstolo Paulo relata como isso se deu: 

Colossenses 2: 13-17 13 E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos; 14 tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz; 15 e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz. 16 Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, 17 porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo.

O escrito de dívida era o pecado do qual ninguém pode eximir-se ou apelar - estava em nós e pronto. É a nossa natureza e, ao mesmo tempo era a nossa condenação, pois, o salário do pecado é a morte! 
O Apóstolo diz que Jesus tomou essa cédula de acusação - esse escrito de dívida e encravou-o na cruz! 
E o que isto isso quer dizer exatamente?  Jesus - Ele mesmo - foi encravado literalmente na cruz. Isto significa que o nosso escrito de dívida era o próprio Cristo, pois a Palavra ainda nos mostra que "Aquele que não tinha pecados, por nós se fez pecado..." De modo que em Cristo tal cédula de condenação foi rasgada - em Cristo fomos e somos livres e, em Cristo, ressuscitados para uma vida plena da glória e da vida abundante! 
Isto não é fantástico?

Jesus não ludibriou ao mundo espiritual nem às regras eternas para nos resgatar do império da morte - ao contrário, Ele cumpriu integralmente tudo o que havia que se cumprir - e, pagou em si mesmo o famigerado salário do pecado, de modo que fomos resgatados legitima, integral e, eternamente. Assim que está feito de uma vez por todas, consumado para sempre!
A única possível forma de alguém continuar a carregar o fardo insuportável da maldita dívida seria mesmo se assim o desejasse, se rejeitasse o favor já feito por Ele... Imagine... Seria como se o Quitador, bondoso, amoroso, e generoso, batesse à porta de alguém a fim de entregar-lhe gratuitamente recibo do que já fora tão duramente pago, mas, tal pessoa, por alguma razão qualquer o recusasse e dissesse: "Eu não quero este favor! Recuso o seu favor! Prefiro permanecer com a dívida e o seu tormento!

Que tal? 








CONVIDO A TODOS A ASSISTIREM A ESSE VÍDEO, A CURTIR E A INSCREVEREM-SE NO CANAL; COMPARTILHE TAMBÉM O LINK COM TODOS OS SEUS AMIGOS E VAMOS MULTIPLICAR O PÃO www.sergiobenites.blogspot.com.br DEUS TE ABENÇOE!